quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Momento desabafo


        A partir de agora entre e desabafe a vontade...

terça-feira, 15 de agosto de 2017

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Nietzsche para estressados _ 98

Quem fica remoendo alguma coisa se comporta de maneira tão tola quanto o cachorro que morde a pedra.



O valor do que fazemos ou sentimos só pode ser determinado em função de sua utilidade.

Se alguma coisa pode ser alterada no presente, vale a pena investir nisso todo o nosso esforço.

O problema, como disse Nietzsche, é quando algo que fizemos no passado nos consome, algo que não podemos corrigir.

Esta é a opinião do mestre vietnamita Tich Nhat Hanh:
Quando pensamos no passado podemos experimentar sentimentos de arrependimento ou de vergonha, e, ao pensar no futuro, sentimentos de desejo e medo.

Mas todos eles surgem no presente e o afetam.

Quase sempre, o efeito que nos causam não contribui para nossa felicidade nem para nossa satisfação.

Temos que aprender a evitar esses sentimentos.

O mais importante é saber que o passado e o futuro se encontram no presente e que, se nos ocuparmos do presente, seremos capazes de transformar o passado e o futuro.

Por isso, em vez de morder uma pedra, é melhor pensar no que fazer aqui e agora, como que temos, para assim melhorar nossa vida.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Nietzsche para estressados _ 97

Nossas carências são nossos melhores professores, mas nunca mostramos gratidão diante dos bons mestres.



Fazer da carência um novo caminho, em vez de um motivo de frustração, é o que diferencia as mentes criativas das que se conformam com o fracasso.

Existe um episódio protagonizado pelo violinista israelita Itzhak Perlman que vem sempre a calhar quando se fala em limitações.

O músico precisava de muletas para se locomover, pois tivera poliomielite quando criança.

Itzhak se apresentava no Lincoln Center, em Nova York, quando, logo depois de começar a tocar, uma corda de seu violino arrebentou.

O público imaginou que o concerto seria interrompido, pois trocar e afinar uma corda de violino não é tarefa fácil.

Mas ele continuou tocando com as cordas restantes.

É quase impossível executar uma partitura escrita para as quatro cordas do violino com apenas três, mas, para surpresa de todos, ele conseguiu.

Ao terminar o concerto, o músico foi ovacionado.

Ele então enxugou o suor da testa, ergueu o arco do violino pedindo silêncio e disse: “Sabe de uma coisa? Às vezes a tarefa do artista é ver o que pode ser feito como que lhe resta.”

quarta-feira, 2 de agosto de 2017