quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Nietzsche para estressados _ 15

O sucesso sempre foi um grande mentiroso.



Muitas pessoas Bem-Sucedidas costumam dizer que o êxito é um presente envenenado, já que coloca o privilegiado em posição de semideus, achando que estará sempre por cima. Quando a sorte deixa de sorrir para essa pessoa, de uma hora para outra seu mundo vira de cabeça para baixo.

Isso explica por que nas classes sociais mais altas acontecem tantas separações, tantos investimentos arriscados e problemas com entorpecentes – o ego é a droga mais pesada. O fracasso, por sua vez, sempre nos deixa ensinamentos que nos ajudam a melhorar. Vejamos alguns deles:

* Favorece a humildade e nos ajuda a manter os pés no chão.

* Estimula nossa imaginação e nos leva a explorar novas alternativas.

* Faz de nós pessoas mais reflexivas, evitando decisões precipitadas.

* É um convite para recomeçar, compreendendo melhor o mundo à nossa volta.

* Coloca nossa fortaleza à prova e é um aprendizado essencial para aqueles que se dispõem a alcançar algo.

* Abre novas oportunidades que podem levar ao verdadeiro sucesso, que não conheceríamos se tudo tivesse dado certo de primeira.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Momento desabafo

                   

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal


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Nietzsche para estressados _ 14

Não devemos ter mais inimigos que as pessoas dignas de ódio, mas tampouco devemos ter inimigos dignos de desprezo. 
É importante nos orgulharmos de nossos inimigos.



Dizem que passamos metade da vida resolvendo problemas. Isso é perfeitamente humano. A questão é saber se eles merecem a atenção que lhes dedicamos.

Utilizando a linguagem cinematográfica, alguns problemas são grandes estreias, outros são filmes clássicos – que às vezes voltam a entrar em cartaz porque ainda não foram resolvidos – e, por fim, existem os filmes B, que são a maioria.

A arte de viver consiste em reservar nossas forças para os primeiros. Como nos advertiu Buda há dois milênios e meio: 

“Quem não sabe julgar o que merece crédito e o que merece ser esquecido presta atenção ao que não tem importância e se esquece do essencial.” Para saber de que tipo são nossos problemas – nossos principais inimigos –, o psicólogo californiano Richard Carlson recomenda que façamos a nós mesmos a seguinte pergunta: “Isso vai ter alguma importância daqui a um ano?”

Se a resposta for positiva, é preciso cuidar da questão imediatamente. Se for negativa, é melhor deixar para lá.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Momento desabafo

                   

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Nietzsche para estressados _ 13

Alegrando-se por nossa alegria, sofrendo por nosso sofrimento, assim se faz um amigo .



Oscar Wilde dizia: “não é difícil encontrar pessoas dispostas a se compadecer de nossas provações, mas são raras aquelas que se alegram, sinceramente, com nossos triunfos. Um amigo assim deve ter uma natureza muito pura”.

Por que é tão difícil compartilhar os êxitos? Provavelmente porque, nesses momentos, a comparação é inevitável. Em vez de festejar a boa notícia, o interlocutor pergunta a si mesmo: Por que não eu?

Os verdadeiros amigos valorizam um pacto de nobreza, assinado ou apenas idealizado, em todos os aspectos do destino humano.

Voltaire afirmou: “A amizade é um contrato tácito entre duas pessoas sensíveis e virtuosas. Sensíveis porque um monge ou um solitário podem ser pessoas de bem e mesmo assim não conhecer a amizade. E virtuosos porque os malvados só têm cúmplices; os forasteiros companheiros de farra; os ambiciosos, sócios; os políticos reúnem os partidários ao seu redor; os vagabundos têm contatos; e os príncipes, cortesões – mas só as pessoas virtuosas têm amigos”.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Momento Desabafo

                   

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Nietzsche para estressados _ 12

Só quem constrói o futuro tem o direito de julgar o passado. .





Em geral, permanecemos muito ocupados julgando o passado. Julgar o passado deve ser feito apenas para projetarmos o futuro, onde as experiências do passado devem influenciar a vida que desejamos construir, ou, para agradáveis lembranças, nos revelando que valeu a pena e, com isso nos fortalecemos.

Desde pequenos, quando recebemos notas da escola, nos acostumamos com avaliações e julgamentos. Ao julgarmos o passado – de uma época ou de uma pessoa -, sentimos a falsa segurança de ter fechado uma porta.

Ao mesmo tempo, todo julgamento esconde o orgulho de quem se acha o dono da verdade. Também revela grande insegurança. De sua posição inatingível, aquele que julga se comporta como soberano e crítico das ações alheias.

A vida é um caminho para a frente, é muito mais produtivo construir o que vai acontecer do que analisar o que já passou. Além disso, as pessoas que agem estão livres de preocupações, que normalmente ocupam a cabeça das que não se movem, das que não constroem nada, as sem legados.

Temos a opção de observar o mundo de duas maneiras: virando a cabeça para trás ou prestando atenção no que temos à nossa frente.
Usar a energia dos nossos impulsos com racionalidade é não viver apenas de sensações, é viver de fatos, de fatos realmente transformadores e produtivos.
O que você tem feito? Que caminho prefere?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Momento Desabafo

                   

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Nietzsche para estressados _ 11

Precisamos amar a nós mesmos para sermos capazes de nos tolerar e não levar uma vida errante.





Aqui estão cinco passos para aumentar a autoestima:

1. Viva para si mesmo, não para o mundo. As pessoas que não sabem amar a si mesmas buscam constantemente a aprovação alheia e sofrem quando são rejeitadas. Para quebrar essa dinâmica, devemos admitir que não podemos admitir que não podemos satisfazer a todos.

2. Fuja das comparações. Elas são uma importante causa de infelicidade. Muita gente tem qualidades e atributos que você não tem, mas você também possui virtudes que não estão presentes nos outros. Pare de olhar para os lados e trabalhe na construção de seu próprio destino.

3. Não busque a perfeição. Nem nos outros e nem em si mesmo, já que a perfeição não existe. O que existe é uma grande margem para melhorar.

4. Perdoe seus erros. Especialmente os do passado, pois já não podem ser contornados nem têm qualquer utilidade. Aprenda com eles, para não repeti-los.

5. Pare de analisar. Em vez de ficar pensando no que deu errado, é muito melhor agir, por que isso permite aperfeiçoar suas qualidades. Movimentar-se é sinal de vida e de evolução.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Momento Desabafo

                   

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